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ROMÊNIA – Uma Potência Turística | ||
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Apresentação geral do potencial turístico da Romênia
Uma pessoa que viajar pela primeira vez para a Romênia, sempre voltará para visitá-la. É o lema do turismo do País, baseado na qualidade dos serviços prestados, junto com as ofertas de todo tipo. A enciclopédia do turismo romeno atende praticamente a todas as exigências e todas as preferências durante o ano inteiro, com uma riqueza e diversidade raramente encontradas, em uma superfície comparável a do Estado de São Paulo.
Ao contrário da sua história tumultuada, a natureza da Romênia oferece generosamente, em compensação, um ambiente harmonioso, desde as altas montanhas até o litoral do Mar Negro, sendo difícil de escolher o forte dos tipos de turismo que se podem praticar: férias no litoral no verão, esportes de inverno nas montanhas, visitas aos castelos, museus e sítios arqueológicos, inclusive turismo cultural de todo tipo, turismo curativo e medicinal, parques nacionais alpinos, ou do Delta do Danúbio, caça e pesca, folclore, quase sem igual na Europa, festivais nacionais e internacionais diversos, até congressos e reuniões especializadas, com infra-estrutura apropriada. Junta-se a tudo isso a alma de um povo acolhedor, latino, hospitaleiro e alegre com sua arte culinária específica sempre acompanhada de bons vinhos, pois o Deus Bachus, segundo as lendas da antigüidade, nasceu nessas terras.
Esta qualidade de potência turística da nossa época é sustentada pôr uma rede de hotéis de boa categoria com facilidades conforme os padrões internacionais e uma capacidade total de 300.000 lugares, média por habitante das mais elevadas hoje existentes. A rede rodoferroviária do país, assim como as conexões aéreas com todas as capitais da Europa, facilitam bastante o acesso.
Pelo fato de que o País é reconhecido como grande potência cultural, talvez convenha se começar pelo turismo relacionado à cultura, ressaltando só uma das duas potencialidades: mais de 3.000 museus, sítios arqueológicos, castelos e palácios, mosteiros e igrejas antigas, monumentos e fortalezas bem conservadas.
Praticamente todas as capitais e até as demais cidades dos 40 departamentos do país têm o seu museu de história. A maioria deles começa suas coletâneas por peças da antigüidade dos dácios – os antepassados dos romenos-gregos, romanos e celtas, atravessando a Idade Média até a época moderna.
O Museu Nacional de História da Romênia em Bucareste tem, entre outras coisas, como peça de destaque, um fabuloso tesouro em ouro, dos achados arqueológicos, de inestimável valor.
Junta-se a cópia da Coluna do Trajano, tirada do original da Praça do Capitólio de Roma, pois sendo esta a certidão do nascimento do povo romeno, assinada pelo Imperador Trajano, cujas legiões conquistaram a Dácia.
Os grandes sítios arqueológicos de Sarmisegetuza e Constanta falam dos dácios e das colônias gregas no litoral do Mar Negro.
Os museus de Alba Iulia, Cluj-Napoca, Turnu-Severin têm milhares de peças da antigüidade romana, sendo este Império Romano o único conquistador que a história elogia nos territórios onde ocupou. Da simbiose dos romanos com os dácios nasceu o povo romeno que, desde os seus primórdios, foi um povo cristão, o primeiro da área, sendo a fé em Cristo trazida pelas legiões imperiais.
Por isso, a riqueza em arte sacra é um dos patrimônios mais caros aos romenos. Desde igrejas rupestres da época da perseguição dos cristãos até as catedrais da Transilvânia (Brasov), a diversidade nunca mais acaba, predominando o estilo bizantino. Ficam no patrimônio da UNESCO, portanto da humanidade, os mosteiros medievais de Bucovina e da Moldávia, erguidos no século XV, com pinturas até nas paredes exteriores, bem conservadas apesar das intemperies, durante os cinco séculos que passaram.
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